FAQ

Perguntas frequentes sobre voo duplo e curso de parapente

Respostas diretas para as dúvidas mais comuns antes de voar com a Voo Parapente BH, no Topo do Mundo, Serra da Moeda, Brumadinho/MG.

Segurança

Sim, o voo duplo de parapente é considerado a forma mais segura de conhecer o esporte, porque todo o controle técnico (avaliação do vento, decolagem, condução do voo e pouso) fica a cargo de um instrutor habilitado, não do passageiro. Na Voo Parapente BH, os voos são conduzidos por Tiago Rodrigues, piloto homologado pela CBVL Nível 4 e Vice-Campeão Pan-Americano de Parapente.

Sim, é uma reação comum diante de algo novo. A maior parte das pessoas relata que o medo passa assim que o parapente abre e o voo começa, já que a sensação é de estar sustentado por uma asa funcionando, não de queda. A decolagem costuma ser o momento mais tenso; depois dela, a maioria relaxa e aproveita o voo.

Tiago Rodrigues é piloto de parapente homologado pela CBVL (Confederação Brasileira de Voo Livre) Nível 4, Vice-Campeão Pan-Americano de Parapente, Top 10 do Brasil, com curso de SIV (manobras de segurança) e mais de 1.000 voos duplos realizados na Serra da Moeda, em Brumadinho/MG.

Quem pode voar

O limite prático fica em torno de 100kg a 110kg por passageiro, já que o equipamento de voo duplo é homologado para um peso total combinado de piloto, passageiro e equipamento. Em caso de dúvida, o ideal é confirmar diretamente com o instrutor antes de agendar.

A idade mínima costuma ficar entre 14 e 16 anos, com autorização e acompanhamento de responsável para menores de idade. Não há limite máximo definido: pessoas de mais idade podem voar, desde que estejam em condições de saúde compatíveis, avaliadas individualmente no dia do voo.

Não é recomendado voar de parapente durante a gravidez, pela combinação de esforço físico na corrida de decolagem e possível impacto no pouso. A orientação é remarcar o voo duplo para depois da gestação.

Depende do quadro. Problemas de coluna, cardíacos, de pressão arterial ou cirurgias recentes pedem avaliação individual — o recomendado é conversar com o instrutor antes de agendar e, em caso de dúvida, consultar um médico.

O voo duplo padrão, sem manobras, é tranquilo e raramente causa enjoo, sendo bem diferente de uma montanha-russa. Quem tem sensibilidade a movimento pode avisar o instrutor, que conduz o voo de forma mais suave, sem espirais ou acrobacias.

Preço e pagamento

Na Voo Parapente BH, o voo duplo no Topo do Mundo, Serra da Moeda, sai em até 10x de R$55, já com fotos e vídeos em 360° inclusos. O valor pode variar entre escolas conforme a experiência do instrutor e o que está incluso no pacote.

O pacote de voo duplo da Voo Parapente BH inclui equipamentos de segurança homologados, acompanhamento do instrutor Tiago Rodrigues, avaliação das condições climáticas antes da decolagem e registro em fotos e vídeos em 360° do voo.

O voo duplo pode ser parcelado em até 10x de R$55 no cartão. O agendamento e o combinado de pagamento são feitos direto pelo WhatsApp (31) 99881-0694.

O dia do voo

Roupas confortáveis para se mexer e sapato ou tênis fechado, que é item obrigatório por segurança — nada de chinelo, sandália ou salto. Um casaco leve também é recomendado, já que a temperatura cai um pouco na altura da decolagem.

O voo em si dura entre 15 e 30 minutos, dependendo das condições de vento do dia. Contando briefing, deslocamento até a decolagem e o retorno do pouso, o compromisso completo costuma levar de 1h a 1h30.

Com qualquer ameaça de chuva ou vento fora da faixa segura, o voo é adiado ou remarcado — a decisão é sempre do instrutor, priorizando a segurança acima do horário combinado.

O ideal é agendar com pelo menos 24 horas de antecedência pelo WhatsApp (31) 99881-0694, o que ajuda a confirmar o horário considerando a previsão do tempo mais próxima da data.

Os voos da Voo Parapente BH acontecem no Topo do Mundo, na Serra da Moeda, em Brumadinho/MG, a poucos minutos de Belo Horizonte.

Curso de parapente

Com dedicação de 2 treinos por semana, a maioria dos alunos leva de 2 a 6 meses até os primeiros voos sozinhos com autonomia, passando por etapas de manejo de solo, voos baixos monitorados e voos completos acompanhados.

Não exige nenhuma habilidade fora do comum — quem consegue correr alguns metros já tem a base física para a decolagem. O que mais pesa é a paciência, já que o aprendizado depende das condições climáticas e do ritmo individual de cada aluno.

Não é preciso ser atleta. Um condicionamento básico ajuda nas corridas de decolagem, mas a maior parte do curso é técnica: leitura de vento, manejo do equipamento e tomada de decisão.

O caminho mais natural é começar pelo voo duplo, que permite sentir a experiência de voar sem compromisso, guiado por um instrutor. Muitos alunos decidem fazer o curso completo depois de experimentar o voo duplo.

Ainda com alguma dúvida?

Chame direto no WhatsApp e fale com o instrutor Tiago Rodrigues.

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